miguel

miguel
Idade
54 anos
Cidade
Lisboa
Profissão
ajudante do pai natal e do coelhinho da pascoa

Introdução

"O que é feito de ti" Os dias passam, um após o outro, como sombras que escorrem na parede. Não há luz, nem presença, apenas o eco do que foste e a ausência que tudo preenche. Uma névoa repousa no horizonte, como se o tempo tivesse medo de seguir. Procuro-te nos gestos repetidos, nas palavras que já não dizes, nos lugares onde deixaste vestígios de um calor que já não arde. O que é feito de ti? De nós? Da promessa sussurrada entre silêncios? O mundo gira, mas aqui dentro tudo parou — num instante onde ainda te espero sem saber se voltas ou se foste apenas sonho. ************************************************* "Até onde me levar" Na sombra me encontro Ela é a minha luz. Onde as palavras não têm voz, E o silêncio tudo diz. Penso na vida… em tudo. Penso sem querer pensar, Deixo-me ir pelo meu ser, Até onde me quiser levar. ************************************************* "Aquilo que carrego " Carrego em mim o peso das decisões, das incertezas que se dizem certas, presenças que existem na ausência, o peso dos outros sobre mim. Carrego em mim um fardo avassalador que mal consigo sustentar, um peso que chegou a rasgar por dentro, sem pedido, sem misericórdia. Hoje, finalmente, carrego em mim um peso diferente: o de ter sobrevivido. Um peso que já não me pesa."

Desporto e Hobbies

"Deslarga-me" Deslarga-me no primeiro sopro da manhã Nos teus lábios, No teu olhar, No teu coração. Deslarga-me na tua cama, numa noite quente de verão, E faz-me ajoelhar Sem perdão. Deslarga-me no chão, Na banheira, Ou mesmo na praia, Sempre que houver vontade. Deslarga-me com a leveza de uma maré Nas intempéries, Quando o erro me domina E o chão me foge abruptamente. Deslarga-me na chuva E ambos definimos os nossos rumos, Sem deixar que a saudade se aproxime, Mas deixando de sermos saudade. Deslarga-me sempre que te faça sentido, Ou mesmo quando não queiras, Contrariando a tua razão, Mas com o pulsar do coração. Deslarga-me aqui, Agora E sempre — Mas deslarga-me. Deslarga-me quando se fecha uma porta E te sufocas; Acalma, respira e volta a respirar. Deslarga-me na memória E que ela te traga momentos: Pedaços de mim, Pedaços de vida. Deslarga-me na partida, Mas também na chegada, Sentindo o meu pulsar. Deslarga-me, sem nunca me largar. Deslarga-me. Com a tua voz — pecado cantado, sedutor e de timbre de mel — que me incendeia por dentro. Deslarga-me com a delicada violência de uma libélula ao pousar na flor. E quando o teu ser fraquejar, deslarga-me outra vez. Deslarga-me por um dia, por uma hora que seja, sem medo de me perder. a cada minuto Deslarga-me no olhar que é só teu, sob um céu estrelado, numa noite de primavera, onde a lua, nessa imensidão de negrura, nunca perde a sua razão. Deslarga-me de maneira atroz, hoje e sempre — onde a razão na habita. Grita, chora, não importa como o jeito. Deslarga-me por inteiro, como quem se desfaz e se reencontra no mesmo gesto. com o bater do coração"
Estado civil
Viúvo
Filhos
Tenho filhos e não vivem comigo
Habilitações
Ensino básico (6º ano)
Signo
Balança
Fumar
Fumo regularmente
Bebidas alcoólicas
Bebo socialmente
Cor dos olhos
Castanho
Cor do cabelo
Castanho
Altura
170
Aparência
Magra
Atratividade
5

Fotos

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