Introdução
Procura‑se algo como um amor de verão: daqueles que chegam, acendem a pele e iluminam até o que parecia esquecido. Um amor que não promete eternidade, mas garante cumplicidade. Que saiba que nasceu para durar apenas o tempo que o sol aguenta ficar alto — e que, mesmo assim, viva cada segundo como se fosse infinito. Um amor com início marcado, fim anunciado, e tudo o que importa a acontecer no meio: risos, mãos que se encontram sem pedir licença. Um amor que não se explica, só se sente.
Não dou contato apenas converso por aqui. E também não aceito conversas sem interesse.
Culta, reservada, discreta.
Filhos
Tenho filhos e vivem por vezes comigo