Introdução
Ventos de inverno sopram o inóspito vazio. Na ausência da estação transfigurada. As tuas mãos que contagiam no toque. Quase que decifro as suas impressões digitais. Vindo das tempestades do mar do norte. Ai serviço do pensar unificado. Como a negra escuridão que sonega. O tempo de inverno nos ventos azuis e congelantes. Tentando desesperadamente ser livre. Sob o peso da algoz dança. Que encerra os nossos sentidos. Numa só alma.
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Tradicional portuguesa
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Tenho filhos e não vivem comigo