Introdução
Quantas vezes nos sentimos desamparados, quase abandonados, por aqueles que se dizem os únicos seres racionais, mas que não têm a racionalidade suficiente para nos compreender nessas horas de maior angústia, o mesmo amparo, compreensão e até carinho, que depois recebemos da parte de muitos daqueles que são apelidados de irracionais.
O pior é que muitas das vezes, depois de ultrapassados esses seus próprios momentos de angústia, são os mesmos que voltam a olhar quem esteve a seu lado de soslaio, como se sejam seres pouco mais que insignificantes na galopada em que a vida de quem se quer fazer passar por sensível se tornou.
Os animais, ao contrário do que esses tais possam pensar, também sentem as injustiças, embora, ao contrário desses mesmos que se dizem humanos, na próxima vez que for necessário dizerem presente, fá-lo-ão sem hesitar, como se no silêncio dos seus olhares queiram dizer-nos: “Deixa-os, não lhes ligues, são pura e simplesmente gente.”
É verdade, quantas vezes choram connosco, mas sem verter lágrimas, como se receassem provocar o reforço do nosso sofrimento.
Os animais ensinam-nos, assim, que amar é isso mesmo, chorar sem o deixar entender, é saber retirar-se a tempo, é saber abdicar da própria felicidade em prol da felicidade e do melhor para o outro.
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