Introdução
TLDR:
Inteligente, bem humorado, honesto, justo, empático, focado, dinâmico, ambicioso. Pode parecer bom demais para ser verdade, mas a minha mãe está disponível para atestar toda, e cada uma destas qualidades!
Terei defeitos, mas deixo isso para as conversas densas que espero vir a ter. Para além disso, a minha mãe (mais uma vez ela!) jura que neste 'melhor pano' não caiu a nódoa. Talvez essa sua forma de me ver como um ser muito próximo da perfeição, venha da sua extrema vontade de me 'despachar' :)
Versão (ainda mais) longa:
Talvez valha a pena mencionar que vivo sozinho desde os 17 anos. Tantas referências à minha mãe podem fazer supôr precisamente o contrário. Não só vivo sozinho há muitos anos (é fazer as contas), como desde pequeno que sou muito autónomo. Parece que nasci com uma vontade intensa de ser o senhor do meu destino. E esta caraterística tem ditado também o meu percurso profissional. Tenho seguido os caminhos que escolho, seguramente, nem sempre os mais fáceis. Mas este modelo tem trazido experiências incríveis e considero que depois de tantos anos de desafio, sou relativamente bem sucedido. Não tenho um Porsche, porque acho totalmente desnecessário, mas já investi muito em conhecer umas dezenas de países pelo mundo. Viajar é, efetivamente, o gasto que nos torna imediatamente mais ricos.
Depois de umas décadas de trabalho intenso, e depois de algumas relações que não chegaram a ser A Relação, procuro agora a pessoa para um contrato sem termo entre duas pessoas que, apesar de independentes, não querem por nada sair de perto da outra. Procurei aquela que me complementa, que me apoia, que me constrói e que me ama. Em troca, pretendo dar-lhe exatamente o mesmo. Ou talvez o dobro! E talvez ela queira depois devolver o dobro do meu dobro. É assim que eu vejo uma relação: uma vontade de dar ao outro, sem esperar receber, mas na prática a dádiva ocorrer nos dois sentidos, sem métricas e sem limite.
Posso também dizer que gosto de estar ocupado nos meus tempos livres. Gosto de visitar museus, de concertos acolhedores (para mim, a Casa da Música ou a Gulbenkian, dão 15 a zero a qualquer festival de verão!), de exposições, de teatro, de tertúlias, de workshops, e de tudo o que envolva conhecer coisas novas, receber estímulos e evoluir.
Mas também gosto muito de ficar em casa a ler, ou a ver um bom filme. De um bom jantar, com uma boa companhia, de uma conversa a fluir temperada por um bom vinho.
E pronto, já o texto vai demasiado longo. Os meus parabéns às 3 pessoas que chegaram até aqui: tu, o revisor de textos do Felizes e... Mãe!? A sério!? Tens de parar de vir ler as minhas coisas. Eu sei que me queres ver com alguém, mas isto ultrapassa todos os limites!
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