Introdução
Quem possui o sol anseia pela lua, quem tem a lua, deseja o sol. No fundo, poucos sabem realmente o que querem e, ironicamente, aqueles que mais merecem não têm nem o sol, muito menos a lua. Esse pensamento traduz com precisão a dinâmica de muitos relacionamentos modernos. Com frequência, quem detém algo valioso não reconhece o seu verdadeiro valor. O amor recebido torna-se trivial, a dedicação parece insuficiente, e a atenção nunca sacia. Vive-se em permanente insatisfação, num desejo constante pelo que falta, como se o que já se tem jamais bastasse. Em contrapartida, há aqueles que seriam capazes de oferecer tudo por um amor genuíno, por serem vistos, escolhidos e verdadeiramente valorizados. Paradoxalmente, são justamente esses que, muitas vezes, caminham sozinhos, pois no palco do teatro da vida e dos afetos, o destino raramente é equitativo. Forma-se, assim, um ciclo frustrante, quem tem, não valoriza, quem valoriza, não tem. E seguimos, presos ao anseio pelo inalcançável, sem perceber que, talvez, aquilo de que mais precisamos já esteja diante de nós, silencioso, esperando apenas ser reconhecido.
Deixei de insistir, de sustentar sozinho, de esvaziar-me…
O silêncio esclareceu…
Hoje escolho relações que caminham comigo…
Não fechei o coração…
Aprendi a protegê-lo…
Porque há silêncios que ensinam…
Quando deixei de sustentar tudo sozinho, o silêncio falou… e mostrou-me o caminho…
Não fiquei triste, fiquei lúcido…
Coração aberto, limites firmes, e afetos que não afogam. GB
Desporto e Hobbies
Futebol, voleibol, natação e ciclismo;
Musica, cinema, poesia, viagens, leitura, cozinhar, videojogos, computadores etc
Filhos
Tenho filhos e não vivem comigo
Bebidas alcoólicas
Bebo socialmente