Introdução
Em um campo vasto de sonhos dispersos,
Semeados no tempo, em risos diversos,
A juventude dançava, leve e audaz,
Como a brisa suave que ao crepúsculo traz.
Eram cores vivas, promessas no ar,
Os olhos brilhantes, prontos a amar.
Mas o peso da vida, como sombra sutil,
Veio sussurrar que o tempo é cruel.
Caminhei por estradas de pedras e espinhos,
A infância se esvaiu em silêncios e caminhos.
As garras da rotina, com mão firme e fria,
Roubavam o brilho, a essência.
E, embora o passado seja puro encanto,
Hoje sou adulta, e enfrento o quebranto.
Mas em cada lágrima, uma força renasce,
A vontade de crescer, a vida que não se desfaça.
Ainda guardo fragmentos desse tempo dorido,
E ao olhar para trás, sinto um eco querido.
Pois mesmo perdida, a juventude ensina,
A beleza da vida é feita de cada esquina.
E no espírito livre que em mim persiste,
A chama da infância ainda existe,
Em pequenas alegrias, redescobrir,
Que mesmo a juventude, um dia, há de ressurgir.
Filhos
Tenho filhos e não vivem comigo
Quero ter filhos
Não quero ter mais filhos
Bebidas alcoólicas
Bebo socialmente