Introdução
Naqueles dias em que somos sem ser e sentimos sem querer... Por vezes imaginamos luz no breu e vemos breu na luz... Achamos que já vimos de tudo e que talvez sejamos mais velhos que o mundo...
Pois logo a seguir (e dependendo da vontade e da visão) é possível tornar límpida a nossa perceção; é fácil ver que o que estamos a ver pode não ser, de facto, nada assim; é bem plausível que possamos descobrir que os nós que vemos nas cordas estão apenas na nossa forma de as olhar e lhes mexer, que o cinza afinal de contas é azul e o preto acaba por ser, na realidade, apenas uma sombra provocada por uma qualquer luz quente e aconchegante.
Importante mesmo é estarmos conscientes que a grande maioria dos obstáculos somos nós mesmo que montamos, a maioria dos muros são por nós construídos, alguns precipícios resultado de lhes retirarmos as pontes......
...... E vivam os degraus, as mãos dadas, os sorrisos, os corrimões, as cadeiras... Viva o suporte externo e interno para podermos, das duas, uma:
Saltar por cima dos muros...
...ou...
... Perceber que, afinal, o raio do muro nunca esteve (efetivamente) lá!.....
☺️
Desporto e Hobbies
Tertúlia com amigos, estar com família, cozinhar, viajar, concertos, sofá, filmes, música, caminhada, praia, ler, tudo o que em cada momento necessito e me sabe bem.
Filhos
Tenho filhos e não vivem comigo
Quero ter filhos
Não quero ter mais filhos
Bebidas alcoólicas
Bebo socialmente