Introdução
Quem nunca sentiu o peso de um sentimento profundo que não encontra eco no coração do outro?
Há algo de cruel e belo nessa forma de “amor”. Cruel porque nos coloca diante da impotência, da impossibilidade de mudar o que já está decidido no coração alheio.
E belo porque, paradoxalmente, demonstra a grandeza de quem ama sem esperar nada em troca, de quem se entrega às emoções mais intensas, mesmo sabendo que podem nunca ser recíprocas.
Este “amor” carrega consigo uma esperança secreta, um desejo, de que talvez um dia, o outro perceba e retribua esse sentir.
Mas as vezes, a realidade impõe-se, e obriga-nos a aceitar o inaceitável: que certos “amores” são destinados a viver apenas dentro de nós, como uma chama silenciosa que nos aquece e consome ao mesmo tempo.
Talvez a grande lição seja compreender que “amar”, por si só, é um ato de coragem.
E que ainda assim somos capazes de sentir algo profundo e verdadeiro e que no fim, cada “amor”, mesmo os que não florescem, deixam marcas, transformam-nos e preparam-nos para novos sentimentos, novas histórias e, quem sabe, para um amor recíproco.
Desporto e Hobbies
Musica (ouvir o tocar), leitura, viajar, praia, campo, desporto.
Filhos
Tenho filhos e vivem por vezes comigo
Quero ter filhos
Nada está decidido
Habilitações
Ensino universitário
Bebidas alcoólicas
Bebo socialmente
Personalidade: Fogo
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Leia as respostas dele ao
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